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14 jun, 2018

Postado por em Contos Eróticos | 2 Commentários

A submissa

Que tal um conto pra dar uma animada?

Éramos vizinhas, nos tornamos colegas no colégio mesmo ela sendo mais velha que eu e de outra turma. Ficamos amigas na adolescência. Assim éramos eu e TATIANE (TAT), que quando pequena nunca encantou-se com brinquedinhos de meninas, gostava muito mais de ficar entre os meninos,o que não era bem visto pela minha família, tinham medo que eu a acompanhasse e os garotos pudessem me fazer alguma coisa, mas ele sempre me defendeu com unhas e dentes. Na tenra puberdade minha amiga não tinha muitos trejeitos femininos e suas brincadeiras eram meio brutas para uma menina, mesmo ela sendo extrema, ente carinhosa comigo, eu achava que era devido ao fato dela brincar com os garotos.Quando entrei pra faculdade aos 17 anos, TAT já estava no ultimo ano de Direito e ajudava-me com minhas matérias. Costumávamos estudar uma na casa da outra, onde houvesse menor número de gente e menos barulho, quando ela se formou, continuou me ajudando com os estudos e eu praticamente morava na casa dela.
– A propósito, eu me chamo: ANA CAROLINA e hoje tenho 21 anos e Tat quase 28 e sempre me chamou por ANA C.
– No primeiro semestre minhas provas iam começar numa segunda-feira e passei a semana anterior na casa de Tat, estudávamos assim que ela chegava do estágio até tarde da noite e caíamos na cama exausta. No sábado a noite saímos para espairecer. Fomos até um barzinho, Tat bebeu um pouco e eu como sou fraca pra bebidas, comi umas besteiras. Retornamos para casa e Tat cismou de ver um filme e beber um pouco mais. Abriu uma garrafa de vinho e colocou um DVD pornô. Deitamos e ficamos assistindo, isso era hábito, coisa comum entre nós.Ficávamos excitadas, mas nunca fizemos nada a não ser quando éramos menores, uns beijinhos e uns amassos e não passamos disso. Tat bebeu mais de meia garrafa e colocou outro filme, esse de lésbicas, sentou-se e quando lhe fiz um comentário qualquer ela não respondeu, olhei-a e ela dormia profundamente.Estava muito cansada para dormir, continuei vendo o filme. Tat virou-se de lado e sua respiração ficou junto do meu pescoço. Eu já me encontrava excitada vendo o filme e pescoço é um dos meus pontos fracos. Enfiei a mão por dentro da calcinha e minha xotinha estava meladinha, passei a me tocar suavemente no grelinho e dentro em pouco me masturbava com sofreguidão, tive alguns gozos pequeninos quando ia gozar forte Tat sussurrou no meu ouvido:
– Tá se masturbando putinha?
Levei um susto, tirei a mão e olhei pra ela. A surpresa foi tanta que nem esbocei reação quando ela colou seus lábios nos meus e me beijou profundamente. Foi um beijo que quase dois minutos, ao qual retribui da mesma forma, entrelaçando nossas línguas, senti sua mão deslizar sobre meus peitinhos e brincar com os mamilos, depois foi minha barriguinha a sentir seus toques até que ela atingiu minha xotinha. Aí foi um deus nos acuda danado. O bicho pegou mesmo. Tirei a calça e me abri pra ela. Eu estava entregue as suas carícias. Ela levantou minha blusinha e sua boca me mordeu os mamilos retesados, sua mão não parava de me bolinar. Passei a gozar novamente, vários gozos pequenos como sempre acontece comigo antes do maior. Tati desceu sua boca, me beiou longamente a xota e passou a meter sua língua nela, primeiramente na extensão da rachinha, depois no buraquinho. Aquilo me deixou louca, eu só repetia pra ela:
– Vou morrer Tat. Assim você me mata de tesão. Fode minha xotinha. Eu amo isso…
Tive um gozo extremo e assim que me recuperei fui dar prazer a Tat. Nos beijamos, acariciamos, e eu a chupei inteirinha. Eu já estava pra lá de Bagdá novamente, quando fizemos um 69 e Tat enquanto me chupava o grelinho, metia o dedo médio na minha xotinha e o polegar no meu cuzinho que não conhecia pica. Com a outra mão ela me dava tapas na bunda e isso me excitava e mais eu me empolgava. Ela saiu de baixo de mim e enquanto me mandava ficar de pé, passou a me xingar. Eu adorei aquilo. Ela perguntava:
– Quer gozar puta? Quer ficar me lambendo que nem uma cadelinha no cio? O que puta mais gosta? Essa vagabunda toda arreganhada na minha cama é de quem?
Eu respondia cheia de tesão:
– Quero gozar muito com você. Quero te chupar todinha. Puta gosta de outra puta. Sou só sua.
Tat então me perguntou se eu faria tudo o que ela mandasse, eu disse que faria. Eu estava adorando aquele jogo e sempre tive disposição para ser submissa. Tato foi até seu guarda-roupa e retornou com um consolo em forma de pica de uns 19 cm e bem grosso.Ela colocou a cinta em torno de sua cintura e ajeitou o caralho acima da sua rachinha . Olhou-me e me empurrou com violência sobre a cama. Cai de costas e minhas pernas ficaram abertas, soltei um gritinho de tesão Ela subiu na cama e me disse:
– Você fique quietinha.
Passou um pé sobre minha barriga. Eu lhe disse:
– Gostosura!
Tati então gritou:
– Feche a porra da boca vagabunda! Puta nunca fica calada!. Ela então foi subindo com seu pé até meu seio esquerdo e apertou meu peito até que ele se espalhou para os lados, e me perguntou:
– Onde está aquele peitinho durinho que tanto você se vangloriava? Olhe que massa disforme. Está sob meus pés reais e é assim que você vai ficar. Uma puta amassada!.
Ela virou-se e sentou-se na minha barriga e me disse:
– Terminou puta, daqui pra frente fica a sua escolha. Se estiver disposta não haverá mais volta.Se quiser prosseguir não vai adiantar gemer, gritar ou chorar. Então, se quiser desista agora.
Eu lhe respondi que era dela que ela poderia fazer o que quisesse comigo. Meu tesão tinha atingindo as raias da loucura desvairada. Acabei de dizer isso e um tapa explodiu no meu seio direito. Tremi, gritei colocando a mão no local. Outro tapa atingiu minha barriga e mais outros nas minhas coxas. Tat gritava:
– Porrada piranha! Muita porrada para sentir como é bom excitar os outros.
Pedi piedade e ela me respondeu:
– Piedade? Ora sim! Não existe este termo em dicionários de putas como você.
E ela me deu mais porrada em várias partes do corpo. Eu me contorcia e tentava escapar, ela virou-se sentada sobre mim, abriu minha boca com as mãos e meteu a língua, começou a sugar tudo, lábios e língua, tudo ao mesmo tempo. Passou a boca no meu nariz, morde-o levemente, subiu com sua boca até minha testa e retornou enchendo meu rosto de saliva e me falou:
– Não te beijo, mas te molho com minha boca aberta e a língua para fora como uma cadela morta de sede.
Ela cobriu meu corpo com o dela e espremeu meus seios com força. Eu senti um tesão crescer dentro de mim, coisa nunca antes sentida. Tat não parava, esfregava os seios em mim, passava os mamilos retesados em meu rosto sem me deixar chupá-los, descendo sobre mim abriu minhas pernas, levantou-as e me passou a me espaçar mais ainda, bateu na minha bunda sem dó nem piedade, deixando as marcas de sua mão nas minhas nádegas vermelhas e quentes Eu soltava gritinhos. Tat continuou me batendo com uma das mãos e com a outra enfiou rapidamente um dedo em minha xotinha. Soltei um grito enquanto ouvia ela dizer:
– Puta sem vergonha! Nem virgem é mais, o dedo entrou com facilidade. Filha da Puta, vadia!
Tat passou a bater bem de leve na minha xota com a mão espalmada. Senti uma dorzinha quase como estar com a bexiga cheia e querer mijar. Ela sabia disso, tanto que me avisou:
– Se mijar em cima de mim além de te encher de porrada, faço algo inimaginável com você.
Eu tremi por dentro de tesão e medo e segurei o líquido dentro de mim. Ela continuou me dando tapinhas na xotinha e senti meu grelinho começar a tremer e meus grandes lábios sensíveis. Comecei a gritar como uma louca, ela me deu um forte tapa nos seios me dizendo:
– A porrada nos peitos tira a loucura da buceta.
Implorei que ela me fodesse logo, em vez disse, ela virou-me bruscamente de bruços e passou a esfregar o pé em mim, depois sentou-se com sua buceta e ficou esfregando ela no meu reguinho. Fazia movimentos como se estivesse me penetrando enquanto dizia:
– Umas pena ter um cu desse tamanhinho, acho que precisamos fazer ele crescer.
Me retesei todo e perguntei:
– O que você vai fazer comigo?
Em vez de responder ela, chamando-me de vadia, mandou que eu ficasse na posição de quatro e começou a passar a boca aberta na minha rachinha e lambendo bem rápido me dizendo enquanto me lambia:
– Está molhada demais, nem precisa lubrificar,.
Ela trepou em mim como um cavalo sobe em uma égua e apontou o pau na minha xota.
Eu disse:
– Isso mesmo mete em mim, me fode com esse cacete.
Tati posicionou uma das mãos perto do meu rosto e a outra no meu peito e forçou o consolo na entrada da minha xota Eu disse a ela que ia entrar apertadinho, que ia ser delicioso, mas para ela colocar devagar. Ela me respondeu:
– Não vai entrar apertadinho não Puta, vou te rasgar toda. Esse caralho é grosso demais. Prepare-se vadia, prepare-se para levar rola e rola grossa de verdade.
Ela tencionou o corpo, com um golpe preciso a cabeça varou e meio pau entrou na minha buceta. Enquanto fazia isso ela me deu um tapa na cara e apertou meu peito, dizendo que era para tirar o foco da minha buceta que estava sendo fodida sem dó. Ela enquanto me fodia dizia que eu era uma puta bucetuda, que estava me rasgando como uma vaca. E quanto mais forçava, mais pau entrava na minha buceta. Apertava meus peitos e roçava os seus seios nas minhas costas violentamente, me mandava mijar forte no pau dela. Dizia mijando e gozando como uma puta como uma puta no caralho ela e me dava ordens:
– Geme, rebola e treme vagabunda. Aperta essa bucetona no meu pau, ela está larga e rasgada, já coloquei tudo lá dentro.
Mexia para os lados, pra frente e pra trás e eu pedia para ela me comer e ela me respondia:
– Quer ser comida? Rasgada? Vou te foder como uma cadela. Vou te rasgar com meu caralho. Quer pau piranha? Vai ter pau grosso e mijado. Olha como agora te fodo com força, o pau entra e sai sem parar, só fica a cabeça ai dentro, um pau grosso te fode, te fode… Gosta de pica mesmo né piranha? Vou tirar isso de dentro de você todo melado de muita porra da sua buceta, porra feminina. Sua égua sem vergonha. Gozando com um cacete deste tamanho.
Enquanto eu ouvia isso tudo avisei que ia gozar. Tati passou a me dar tapas fortíssimos na bunda, tirou o consolo de dentro de mim, ficou sobre a cama e empurrou minha bunda cm o pé. Soltei um berro e meu corpo foi pra frente, ela jogou-se sobre mim e enfiou o caralho na minha buceta. Enquanto eu gritava e tremia todo o corpo, gozando desvairadamente ela, enfiando e tirando a piroca de dentro da minha buceta rapidamente me dizia:
– Grita mesmo filha da puta. Vagabunda, safada. Engolidora de pica. Puta sem vergonha.
Virei meu rosto para ela e Tat me beijou a boca. Com isso gozamos as duas e caímos uma para cada lado. Satisfeitas e exaustas.

escrito por Liz

  1. Estetica e super escencial para todos, devemos sempre nos preocupar com isto

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