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1 nov, 2018

Postado por em Contos Eróticos | 5 Commentários

Conto Enviado

 

Mandaram um continho pra gente, mas preferiram não se identificar, divirtam-se!

 

 

O jantar fora farto, delicioso. Ele voltara para o hotel, só, o vinho ainda na cabeça.

 

Atirou-se na cama, apenas de cueca negra, as imagens vinham à  sua cabeça como flashes. Repentinamente, viu um vulto adentrar pelo quarto, com uma blusa negra justa apertando os seios, revelando os bicos excitados. Ele podia divisar também uma saia da mesma cor, curta, que deixava as pernas roliças salientes.

 

Ela se aproximara da cama e curvara-se, oferecendo-se para um doce beijo na boca. Sentiu o gosto do vinho na boca do homem, o que a provocou.

 

Ele a enlaçara, correspondendo ao beijo, as lí­nguas encontrando-se freneticamente. Em instantes, ele tinha os seios dela em suas mãos, em sua boca. Ajeitaram-se na cama, ela recostando-se no peito dele, ele beijando-a do alto da nuca até as espáduas, abraçando-a.

 

Repentinamente, ele percebera que nada existia entre o corpo da mulher e a saia que vestia. Apressou-se a tirar a peça, deixando-a quase nua. Ele recostara-se na cama, ela assumira o comando e passava a chupar-lhe o pau, inicialmente de forma lenta, depois acelerando, com habilidade e delicadeza.

 

Ele, então, mudando de posição num salto, passou a chupar o grelo da mulher, levemente, lambendo-lhe as virilhas e retornando à  boceta, os pêlos negros apenas aparados. Enquanto ele a chupava, ela se estirara na cama, agarrando forte a cabeceira e entregando-se àqueles movimentos cada vez mais frenéticos.

 

A língua fazia movimentos variados, por vezes parecia querer alcançar o últero da fêmea que gemia levemente. Enquanto a chupava, o macho buscava o rosto da mulher, queria todas as suas expressões, deseja ver o prazer naquele rosto. A boceta estava encharcada, num misto de lí­quidos próprios e da saliva abundante. Ela levantara as costas da cama, como que a melhor oferecer sua intimidade cada vez mais desejosa em receber aquela boca, aquela lí­ngua. Ansiava por mordiscadas compassadas que logo vieram, preenchendo melhor os lábios daquela xana quente e úmida. Em instantes, vieram os primeiros orgasmos, de forma primitiva, em espasmos que pareciam não terminar. Ao perceber isso, o homem, com o pau a latejar, imediatamente penetro-a numa estocada vigorosa e firme, preenchendo a boceta molhada.

 

A mulher mantivera a posição, entregando-se toda, apenas dobrando as pernas para receber melhor aquele membro. Os peitos oferecidos e excitados eram chupados, alternando-se com momentos de beijos ardentes e longos, frenéticos. Ela o abraçava e pedia que aquele pinto fosse mais e mais enterrado em suas partes baixas. Os movimentos agora eram rápidos e selvagens.

 

Ela então se desvencilhou e trocou de posição. Desejava comandar, queria sentar naquele pau, pressioná-lo, dar o ritmo que sua xana exigia. O homem adorou aquela imagem, a mulher sobre seu corpo, a boceta bem encaixada em movimentos certos, firmes. Ele ainda acariciava-lhe os seios, os bicos saltitavam, salientes e duros. Os movimentos da mulher ficaram mais fortes, ela pedia, num murmuro, para ser comida. Queria ser fêmea naquele momento, desfrutar apenas de um bom sexo, era o que tinha. Por vezes, ela pedia: "- Me fode, isso, me fode, me come gostoso…gosta assim?" E rebolava sobre aquele pau duro, pronto a explodir num gozo forte.

 

Ela já tivera alguns orgasmos, o homem percebera. Em instantes, ele a colocou de quatro e, sem pedir licença ou qualquer prurido, enterrou seu pau numa xana oferecida, molhada e vermelha pelo atrito do ato.

 

Ela acusou o golpe, sentiu as entranhas em fogo, repleta, toda preenchida. Algumas estocadas depois, ela pedia: "- Vem, vem comigo!"…Era a senha. O homem, já não mais resistindo, deixou-se levar e jateou forte seu leite. No mesmo momento, a mulher não se conteve e liberou um grito cortado, o orgasmo viera mais uma vez.

 

Abraçaram-se.

 

O homem, então, abriu os olhos.

 

Estava só no quarto imenso.

 

Incrédulo, piscou buscando novos flashes.

 

Nenhum imagem, nenhuma sombra.

 

Apenas o contorno da mulher, ao longe, pela porta do quarto.

 

Mande o seu também! [email protected], bjinhos!

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